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Palestra conscientização em concessionária de veículos de Londrina

No início deste mês (07/jul/2016), foi realizada palestra de conscientização ao grupo de colaboradores de uma concessionária de veículos da marca Fiat em Londrina, PR .
Sob o título “Meio Ambiente: da Água aos Resíduos” a palestra realizada pelo especialista Lourenço Campos abordou tópicos sobre:

  • Preservação e recuperação do meio-ambiente;
  • Água: líquido essencial à vida;
  • Geração de resíduos;
  • Coleta seletiva e a separação de resíduos;
  • Armazenagem, Transporte e Transbordo;
  • Os 3 erres: Reduzir, Reutilizar e Reciclar;
  • Destinação Final;
  • Tipos de Aterros;

Algumas fotos desta atividade:

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Treinamento sobre destinação de resíduos em shopping de Londrina

Na semana passada (segunda, 27/06/2016) ministramos treinamento aos colaboradores do Royal Plaza Shopping da cidade de Londrina, com foco na destinação de resíduos da praça de alimentação.

Na ocasião, foi realizada orientação sobre como descartar resto de alimentos (orgânicos), resto de bebidas (líquido), guardanapos contaminados (rejeitos) e  recicláveis plásticos e metais. Além da explicação, a ação procurou tirar as principais dúvidas dos colaboradores.

Confira algumas fotos do treinamento:

Esta é uma das atividades que compõem nosso serviço de Consultoria Ambiental. Conheça nossos serviços!

Fracking é alvo de discussão em Londrina

O fracking é um processo para se extrair combustíveis líquidos e gasosos do subsolo. Também é conhecido como fraturamento hidráulico.

Descrição do processo de fraturamento hidráulico e das atividades relacionadas.
Descrição do processo de fraturamento hidráulico e das atividades relacionadas.

O procedimento consiste na perfuração de um poço vertical no qual, uma vez alcançada a profundidade desejada, a broca é girada 90° em sentido horizontal e continua perfurando uma distância de 2000 a 3000 metros. A seguir uma mistura de água e substâncias penetrantes e químicas é injetada no terreno sob alta pressão. O objetivo é ampliar as fissuras existentes no substrato rochoso que encerra petróleo e gás natural, normalmente menores que 1mm, permitindo sua saída para a superfície.

Um projeto protocolado pela vereadora Lenir de Assis (PT) no início desta semana na Câmara de Vereadores de Londrina quer proibir a liberação de alvará de licença, tráfego de veículos, uso de águas e a queima de gases no município com o objetivo de explorar gases e óleos não convencionais pelo método de fraturamento hidráulico (fracking). A vereadora alega que há riscos de danos ambientais.

Por isso, amanhã (sexta-feira, 17/jun), às 16h haverá uma reunião na Câmara para a discussão do projeto. Para a reunião foram convidados dirigentes da ONG Não Fracking Brasil, representantes da Promotoria do Meio Ambiente, OAB Londrina, Consemma, Ong MAE, Universidade Estadual de Londrina (UEL), Prefeitura de Londrina e Governo do Estado, entre outras entidades.

Segundo o site da ONG Não Fracking Brasil, o processo pode resultar em danos ambientais  como agravamento das mudanças climáticas, alto consumo de água, possibilidade de contaminação das águas subterrâneas e até abalos sísmicos.

Fonte e mais informações: Massa News

Assoreamento do lago Igapó preocupa Londrina

Foto da reportagem, com Vanessa em um barco dentro do Lago Igapó
Reporter Vanessa Navarro apresenta especiais sobre o Lago Igapó no Paraná TV.

Em duas reportagens especiais, o programa Paraná TV 1a Edição, da TV Globo,  mostrou alguns problemas do Lago Igapó. O maior deles é o assoreamento do lago. São cerca de 440.000 m3 de sedimentos (sujeira), o equivalente a quase 15 mil carretas cheias. O volume de sedimentos não para de crescer: em 2014, era de 231.000 m3.

O lago 2 possui 26% do seu volume assoreado, enquanto o lago 4 tem assoreamento de 36%, já formando até ilhas.

A reportagem baseou-se no estudo do Instituto das Águas do Paraná – concluído e apresentado à prefeitura municipal em 2015 (levou dois anos para ser feito), que prevê o desassoreamento do Lago Igapó.  O estudo mostrou algumas possíveis soluções para o problema. As três opções colocadas custam entre 2,5 a 27 milhões de reais e não há previsão de execução. Sem colocar em prática algumas destas soluções, o lago corre o risco de deixar de existir no futuro.

Os vídeos foram ao ar nos dias 2 e 3 de junho de 2016. Assista-os:

Fontes e mais informações: